Onde se configura
A autenticação pode ser definida em quatro níveis. Ao enviar uma requisição, o Mariner sobe a partir dela até encontrar um ajuste concreto:
- A aba Auth da própria requisição.
- A pasta mais próxima com um override (pasta → Edit Auth…).
- A coleção (botão direito → Edit Auth…).
- O workspace (menu Workspace → Edit Auth…).
Requisições e coleções novas vêm em Inherit, então na prática você configura a coleção uma vez e esquece. Escolher No Auth em qualquer nível corta a busca: aquela requisição sai sem autenticação mesmo que o workspace tenha um token.
Todos os campos de texto do editor de auth aceitam {{variáveis}}, então o próprio token pode viver no ambiente e mudar junto com ele.
Tipos
- Basic — usuário e senha, enviados como header
Authorization: Basic. - Bearer Token — o token vai em
Authorization: Bearer …. - API Key — um nome e um valor, enviados como header ou como parâmetro de query.
- OAuth2 Client Credentials — URL de token, client ID, client secret, scope e audience opcionais. Test fetch token pede um ali mesmo e mostra os primeiros caracteres para você saber que funcionou. Os tokens ficam em cache e são renovados antes de expirar.
- OAuth2 Authorization Code — URL de autorização, URL de token, client ID, scope, redirect URI, com PKCE (S256) ligado por padrão. Authorize abre o login do provedor em uma sessão web do sistema; marque Private session para entrar com uma conta diferente da do Safari. Clear tokens esquece a sessão. A redirect URI padrão é
mariner://oauth/callback— registre-a no seu provedor.
Onde ficam as credenciais
Senhas, tokens, valores de API key, client secrets e os tokens do OAuth são gravados nas Chaves do macOS, não no banco de dados do workspace.
- Não sincronizam pelo iCloud. Digite uma vez em cada Mac.
- Nunca são exportadas com uma coleção.
- São apagadas quando a requisição, pasta, coleção ou workspace que as contém é apagada.