Envie a requisição de exemplo
No primeiro início o Mariner cria um workspace chamado Personal com uma coleção Welcome to Mariner: requisições contra o httpbin.org que devolvem o mesmo que você manda — três na raiz e uma pasta por superfície do editor (Auth, Variables, Body, Post-Response, Contract, Response states). A primeira já vem aberta.
- Aperte ⌘↵ (ou o botão Send). A resposta aparece no painel de baixo com status, tamanho e tempo.
- Abra a aba Tempos para ver onde foram os milissegundos — DNS, TCP, TLS, espera, download.
- Abra a segunda requisição, POST · Echo body, e aperte ⌘↵ de novo: o body JSON do editor volta dentro da resposta.
- Abra GET · Variables in action. A URL dela começa com
{{baseUrl}}, uma variável já definida no ambiente Default. Passe o cursor pelo token para ver no que ele resolve.
O editor de requisições
A barra acima do editor se lê da esquerda para a direita: método, URL, o menu ⋯ e Send. Ao entrar na URL, o campo para de cortar: ele quebra a linha e cresce para baixo sobre o painel, então uma URL longa dá para ler enquanto você a edita e volta a ser compacta assim que você sai.
Abaixo ficam a URL resolvida — a que vai sair de verdade pela rede — e um chip {} com o número de tokens de que a requisição depende. Abra o chip para ver a URL inteira em quantas linhas ela precisar, e a lista de cada {{token}} e cada :slug com o que cada um contribui; veja Configurar ambientes.
- Params — parâmetros de query, mais o que você escreveu direto na URL (somente leitura), mais as variáveis de path como
:id. - Headers — linhas chave/valor com autocompletar de nomes padrão. Os headers que o Mariner adiciona por conta própria (
Content-Typepara um body JSON, por exemplo) aparecem em uma seção de headers temporários, somente leitura. - Body — nenhum, raw, JSON, form-urlencoded ou multipart. O JSON tem formatador e indicador de válido/inválido ao vivo; multipart permite anexar arquivos.
- Auth — veja Autenticação.
- Variables — valores que pertencem só a esta requisição; veja Variáveis e segredos.
- Contract — a forma contra a qual cada resposta a esta requisição é medida; veja Contratos.
- Post-Response — regras que copiam valores da resposta para variáveis.
Toda tabela chave/valor tem um botão Bulk edit: cole linhas chave: valor e aplique com ⌘↵.
O painel de resposta
- Body — Pretty, Raw, Tree (só JSON) e Preview (HTML). ⌘F busca dentro do body; ⌘G pula para a próxima ocorrência. Bodies grandes são cortados no visualizador, nunca no arquivo que você salva com Save body to file….
- Headers e Cookies — uma linha por item, com a contagem na aba.
- Tempos — a cascata. As fases cinzas são preparo do Mariner; as coloridas, a rede.
- Captures — o que as regras de Post-Response extraíram desta vez.
A faixa acima das abas mostra o status, o tempo total, se a conexão foi reaproveitada, a versão do HTTP, o IP remoto, o tamanho, a economia do gzip e — quando o servidor manda — os headers de rate limit e a diferença de relógio entre o servidor e o seu Mac.
Início a frio e cancelar
Clique com o botão direito em Send para Send (cold start): o Mariner descarta a conexão em cache para que o próximo timing inclua DNS, TCP e TLS do zero. O menu ⋯ ainda tem um Cold mode persistente para uma requisição que nunca deva tocar cache.
Enquanto uma requisição roda, Send vira Cancel. Cada aba tem seu próprio executor, então cancelar uma nunca afeta outra.
Abas e paleta
- ⌘T cria uma requisição na coleção ativa.
- As requisições abrem em abas: ⌘1–⌘9 pula para uma, ⌘⌥→ / ⌘⌥← anda entre elas, ⌘W fecha a atual. O teto são vinte: cada aba segura a sua última resposta, então o limite é o que impede uma sessão longa de ir somando. O Mariner recusa a vigésima primeira em vez de fechar uma das suas.
- ⌘⌥9 esconde o editor e ⌘⌥0 a resposta, para que um dos dois ocupe a janela inteira.
- ⌘K abre a paleta de comandos: cada requisição, coleção, ambiente e ação em uma lista só, com busca fuzzy. É o jeito mais rápido de enviar uma requisição que você ainda nem abriu.